I
De repente
Ainda apagando as suas velas
Velados velejadores que andam
Aos mares de teus pensares
Toda a sutileza Quintaniana
Trocada por súbitos surtos Bukowskianos.
Mas a mim não encantas
O que sinto são espelhos por toda parte
E me encanto por mim mesmo refletido em você.
Em um banheiro sujo e pensamentos tão inocentes
Quanto minhas pretensões
E lá estamos presos a certas doses de desejos
Cheios de suspiros e agonia
E lá estamos tentando trancar as portas
Para fugir de nós mesmos.
II
Ainda assim, te desejo, te sigo pela noite
Cheio de passos bobos ao teu redor
Cheio de tempestade e calmaria
Ainda nem sei tua origem
Nem menos teus trejeitos
Mas ouço os burburinhos de outros tempos.
III
Ainda insisto no teu egoísmo
Ainda insisto nos teus porquês
Ainda insisto na inquietude
Nem sei se dividiria textos ou que conta fizestes.
Apenas para teus narcisismos
Tendo rendido meus créditos aos teus prazeres
E que assim seja, sem que precise explicar
Acho que não sei.
9.I.2011
Tento(em vã tentativa...)Aqui expor sentimentos estridentes...vivenciados por mim (consciente ou não) Mas obstinados em tirar-se de onde estão... Disponho-me.(se por assim dizer) Encher de letras os papéis, os papéis de letras.Papéis com letras, letras com papéis, papéis sob letras, letras sobre papéis. E assim, o tempo esvaindo-se vai.
domingo, 9 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
"Resposta à Insecável"
Viver sem paixão...
...Triste fantasia
Vida tristonha...
Oca...vazia...
Ah paixão...vem e irradia o que resta no vazio dessa vida de agonias...
(...comentário para Joreu...Insecável)
...Triste fantasia
Vida tristonha...
Oca...vazia...
Ah paixão...vem e irradia o que resta no vazio dessa vida de agonias...
(...comentário para Joreu...Insecável)
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
"Caius de Gaius"
Chegastes assim...
...sorrateiramente.
Sem ao menos perceber-te
(Pois assim o és...discreto, como já dissestes)
E em minha mente agora enfim ficastes...
(...oi! Tudo bem? Posso sentar-me aqui?)
Lembra-se?
De repente te faço vir à minha memória.
...ou já estavas aqui?
Resolveste ficar?
Ou nunca pretendeste sair?
Fique então...
Então me diz...
O que fazer nesse instante.
Pois cerrando-se meus olhos,
Posso imaginar-te aqui, encontrando-se com os meus.
(...sedutores que são esses teus olhos, e digo...)
E olho atentamente cada detalhe teus...cada gesto...cada palavra...
Intimamente.
Desejo-te...e te necessito mais perto.
Sinto sua boca...
Que me beija incapaz de cansar-se
(...causando-me uma súbita volúpia...e te digo sem medo...)
Tuas mãos que instigam meu rosto com ternura e me acerca mais de ti.
Disfarço.
(...não quero que percebas o que se passa em mim...logo, não digo)
E torno a beijar-te.
Posso senti-lo aqui...
(...certa de que estás aqui afinal...mesmo que em minha memória...recordações)
Até quando?
Não sei...(...esqueço por um segundo...meu segundo de ato falho...)
Não sei...essa resposta é tua.
...sorrateiramente.
Sem ao menos perceber-te
(Pois assim o és...discreto, como já dissestes)
E em minha mente agora enfim ficastes...
(...oi! Tudo bem? Posso sentar-me aqui?)
Lembra-se?
De repente te faço vir à minha memória.
...ou já estavas aqui?
Resolveste ficar?
Ou nunca pretendeste sair?
Fique então...
Então me diz...
O que fazer nesse instante.
Pois cerrando-se meus olhos,
Posso imaginar-te aqui, encontrando-se com os meus.
(...sedutores que são esses teus olhos, e digo...)
E olho atentamente cada detalhe teus...cada gesto...cada palavra...
Intimamente.
Desejo-te...e te necessito mais perto.
Sinto sua boca...
Que me beija incapaz de cansar-se
(...causando-me uma súbita volúpia...e te digo sem medo...)
Tuas mãos que instigam meu rosto com ternura e me acerca mais de ti.
Disfarço.
(...não quero que percebas o que se passa em mim...logo, não digo)
E torno a beijar-te.
Posso senti-lo aqui...
(...certa de que estás aqui afinal...mesmo que em minha memória...recordações)
Até quando?
Não sei...(...esqueço por um segundo...meu segundo de ato falho...)
Não sei...essa resposta é tua.
"Insana"
Tento...(em vã tentativa...)
Aqui expor sentimentos estridentes...
Vivenciados por mim (conscientes ou não...)
Mas obstinados em tirar-sem de onde estão...
Disponho-me...(se por assim dizer...)
Encher de letras os papéis... os papéis de letras.
Papéis com letras... letras com papéis.
Papéis sob letras... letras sobre papéis.
E assim, o tempo esvaindo-se vai.
Insana?...
Por um tempo...
...apenas nesse espaço pequeníssimo (mas indeterminado) de tempo...
Sinto-me como...
Sou-a...
Porém, gozo dessa ocasião oportuna...(Insanidade que tenho...)
Com certa nostalgia...visto que a totalidade do que existe tem seu momento de desígnio...
(Choro...porque chorar suaviza a alma)
E logo, liberto-me...
Como se algo intenso...profundo...me fosse inferido.
Como se algo intenso...profundo...me fosse inferido.
Fazendo-me sentir serenidade...quietação...
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