Tento(em vã tentativa...)Aqui expor sentimentos estridentes...vivenciados por mim (consciente ou não) Mas obstinados em tirar-se de onde estão... Disponho-me.(se por assim dizer) Encher de letras os papéis, os papéis de letras.Papéis com letras, letras com papéis, papéis sob letras, letras sobre papéis. E assim, o tempo esvaindo-se vai.
domingo, 6 de março de 2011
La Solitudine
Lembro que ouvia essa música qdo tinha uns 12 anos...1998 pra ser mais exata.
Era aquele tipo de música que eu ouvia e chorava, mesmo que não entendesse o porquê.
La Soletudine...
Era uma época que não havia medos, tudo era vivído com tal intensidade...o calor do momento...o namoradinho que beijava escondido atrás da escola para as freiras não verem, o correr na chuva sem se preocupar em ficar molhada, o jogar vôley no sol quente sem se preocupar com o bloqueador solar, o andar de bicicleta à tardinha sem pensar se a noite vai chegar.
Amar intensamente...
Se é que sabia o que era o amor!
Mas, era uma época gostosa.
Sem medos, sem limites...
Unhas compridas pintadas de preto, vermelho, colorido...piercing no nariz e na boca, mechas rosa no cabelo, all star azul, mochila nas costas e shorts de educação física e lá vamos nós. Fila, prece, sala de aula, chamada, burburinhos, sono, aula, diversão, sino? Intervalo, refeitório, diversão, sino? aula...saídas às 12h00min.
Saída?
Pra quê voltar pra casa?
Aqui tá bom!!
O tempo passou tão rápido que nem percebi.
Qdo vi, já estava aqui, escrevendo isso sei nem porquê.
Deu só uma saudade...
Um apertozinho sabe?
Saudade só...
Penso.
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